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QUEM TEM IMPLANTES SENTE ALGUMA COISA ?

É incrível! Alem de não sentir nada, não se nota nenhuma diferença entre um dente e um implante. Em momento algum - e isto é um depoimento de quem já tem implante há mais de três anos - percebe-se alguma diferença e nem mesmo algum sinal de sua presença. Não se sente variações de temperatura, não se sente na hora de mastigar, na hora de escovar nem na hora de falar. Não ocorre nenhuma variação e quando se mastiga, por não haver nenhuma lembrança de que se usa implantes, a impressão é de que se trata de um dente natural. Durante o período em que é confeccionada a prótese, percebe-se que estão trabalhando no implante, tirando molde, apertando parafuso, somente pelo movimento do cirurgião-dentista. Por sensibilidade no implante, nada é percebido. Na verdade, é uma das maiores evoluções da ciência, uma solução definitiva, segura e que devolve integralmente a estética e a função do dente natural, eliminando a idéia de mutilação que a falta de um dente nos traz, sem que para isso tenhamos que lembrar que usamos um implante.

POR QUE EM ALGUMAS OS IMPLANTES FICAM MELHOR ?

Normalmente a diferença está relacionada a estética. Quando vinculada à função, a diferença se deve aos distintos tipos de soluções protéticas. Esteticamente, a diferença para melhor ou pior em uma ou outra pessoa relaciona-se basicamente a quanto tempo depois de perdidos os dentes, os implantes foram colocados. Se sua colocação se dá logo após a extração e a prótese é bem feita, a diferença entre um dente natural e outro sobre implante é mínima, quase imperceptivel. Se, ao contrário, a colocação do implante se dá muitos anos depois, com perda de altura óssea, de gengiva inserida, as dificuldades estéticas são grandes e as chances de se perceber que é prótese sobre implantes, existem. Para casos em que não foi mais possível colocar um implante para cada dente, as soluções protéticas envolvem uniões por trás dos dentes, para manter a altura da mordida do paciente e torna-se necessário algumas vezes alongar as coroas e a região entre os dentes e gengiva onde não existam raízes ou implantes, ficando neste caso um pouco mais difícil de dissimular. Para esses casos fica a certeza de que, com os recursos modernos, a Implantodontia propicia soluções sem as quais não seria possível resolver o problema de forma tão satisfatória.

QUANTO TEMPO DEMORA TODO O TRATAMENTO ?

Varia bastante em função da extensão do caso a ser resolvido. Em linhas gerais, os casos simples levam de quatro a cinco meses, e os mais complexos demandam de seis meses a um ano. Neste tempo está incluída a espera para obtenção da osseointegração (aproximadamente três meses), que na maioria das vezes é maior que o tempo do próprio tratamento. Não estão incluídos casos de enxertos, quer de tecidos moles (gengivas), quer de osso, em que podem ser necessários de seis meses a um ano de espera, porque estes são casos mais raros. O tempo entre a primeira consulta, radiografias, planejamento, exames até o momento da colocação dos implantes, em geral não ultrapassa 30 dias. Depois de feita a abertura dos implantes, o tempo médio entre moldagem, confecção da prótese no laboratório, provas, ajustes e colocação definitiva, varia entre 30 e 60 dias, aqui também não estando incluídos os casos de exceção que, em função de outros procedimentos, fazem com que este tempo aumente. Estes prazos são médios e consideram disponibilidades de tempo do paciente para todas as consultas necessárias e um profissional com agenda não sobrecarregada, que possa atender o paciente, quando necessário, sem ter que aguardar períodos muito longos entre uma consulta e outra.

COM IMPLANTES POSSO VOLTAR A COMER DE TUDO ?

Se você repôs com implantes a quantidade de dentes que perdeu e fez coroas unitárias, sim. Você pode continuar comendo tudo e da mesma forma e eficiência que comia antes. Considerando como 20 dentes (10 por arcada) o mínimo para uma boa mastigação, procure raciocinar com uma matemática simples: se você tinha 14 dentes na mandíbula ou maxila, perdeu oito da região posterior (quatro de cada lado) e ficou com seis dentes, sua eficiência mastigatória diminuiu quase 60% e é evidente que não poderá mastigar tudo o que mastigava e com a mesma eficiência. Se forem colocados quatro implantes (dois de cada lado) você passará a ter 10 elementos de mastigação (seis dentes e quatro implantes), com isto você volta a ter uma boa eficiência mastigatória, mas vão continuar faltando quatro (em relação ao que tinha). Se os implantes forem de bom tamanho (mais de 12 ou 13mm de comprimento), você irá receber uma boa prótese e mastigará de modo praticamente igual ao anterior. Com a colocação de implantes, detém-se o processo da reabsorção óssea. Procure não chegar à situação de pouco osso para então implantar, porque neste caso os implantes que poderão ser colocados serão de tamanho pequeno e, por conseqüência, com alguma limitação mastigatória.

OS IMPLANTES MELHORAM O DESEMPENHO SEXUAL ?

Inicialmente sim, porque tendo implantes você tira a idéia de mutilação oral de sua cabeça e melhora sua auto-estima. A colocação de implantes traz sempre junto a melhora da condição estética facial, melhorando com isto sua auto confiança pela melhora de sua aceitação social. Com implantes e próteses colocadas sobre eles, diminuem os preconceitos em relação à prótese, que não tinha estabilidade ou que precisava em algum momento ser retirada para higienização. Com os implantes você tem mais liberdade para falar, comer ou sorrir de verdade. Alguns tipos de próteses, pelo inconveniente da higienização, com o tempo passavam a ter odor característico. Nas próteses sobre implantes você terá total condição de higienização e, com hálito melhorado, poderá falar mais de perto às pessoas. A partir do uso de implantes, amplia-se a condição de comer bem, principalmente em um país como o nosso, onde se come muita carne, e isto aumenta o estímulo para o convívio social. Além disso, os implantes e próteses possibilitam contato direto mais livre e seguro entre as pessoas, na região oral. Esta segurança e proximidade são muito importantes no convívio íntimo de duas pessoas (além de serem bem mais sensuais que uma prótese total).

UM IMPLANTE QUE NÃO DEU CERTO PODE SER REFEITO ?

Modernamente, até implantes perdidos têm solução. As grandes companhias desenvolveram implantes com um diâmetro um pouco maior do que os normais, com o objetivo de, na eventualidade de mobilidade de um implante, poder subsituí-lo por outro maior, conhecido como implante de reinserção. Este pequeno detalhe deu mais segurança aos implantodontistas, porque anteriormente só os implantes mais finos se beneficiavam com a colocação de um implante de maior diâmetro. Agora, com esta reserva técnica, inclusive os de maior diâmetro podem ser substituídos, caso falhem. Para que este procedimento se torne possível, é importante que, ao perceber qualquer sinal de mobilidade ou de sentir o implante, você procure o cirurgião-dentista que os colocou e relate o fato. Quanto mais tempo passar, pior, porque caso se instale algum processo infeccioso ao redor do implante, a primeira conseqüência é a perda óssea, que dependendo do grau, poderá inviabilizar nova implantação. Como o sucesso dos implantes anda em torno de 95 %, os poucos casos de insucesso, que normalmente se manifestam nos primeiros meses após a colocação, o sucesso dos implantes, está chegando agora a 96, 97 até 98%. E isto faz da Implantodontia um procedimento cada vez mais seguro.

POR QUE TANTAS PERGUNTAS ANTES DE PÔR IMPLANTES ?

Primeiro, porque a colocação de implantes ainda é uma novidade e, como tal, traz consigo muitas curiosidades e algumas dúvidas. Normalmente, só aceitamos o que é novo depois de conhecer bem e, para isso, temos de esclarecer todas as dúvidas, inclusive para afastar alguma insegurança. Segundo, porque é algo bastante revolucionário, porque muda as bases dos conceitos que tínhamos a respeito das possíveis soluções para as perdas dos dentes. A perda de um incisivo central por um jovem de 18 anos em acidente de bicicleta, que antigamente era motivo de trauma ou complexo, hoje tem uma solução simples, que é o implante. Essa mudança repentina nos faz ser mais interrogativos. Terceiro, porque antes da confirmação dos implantes dentários, surgiram os transplantes de coração, de rins e outros. Com eles veio a idéia negativa da rejeição, que sempre foi motivo de medo e que, por falta de informação e esclarecimento, permitiu ao leigo confundir transplantes com implantes. Quarto, sendo uma técnica relativamente nova, cirurgiões-dentistas clínicos gerais e inclusive especialistas em outras áreas muitas vezes esquecem de indicar os implantes dentários, e você, com mais esclarecimentos, deve perguntar por eles. Quinto, pela falta de um livro em linguagem leiga, acessível e que respondesse a maioria das perguntas e tirasse a maioria das dúvidas, de forma que as respostas fossem claras e não gerassem outras perguntas e mais dúvidas.

O QUE É MELHOR, IMPLANTE OU DENTE NATURAL ?

É, e sempre será, o dente. Tem a perfeição da natureza e, com certeza, hoje se pode afirmar que, se bem cuidados, são eternos. E, tão importante quanto isto: são GRÁTIS. Um dente sadio, bem cuidado e higienizado é um dos elementos mais bonitos e perfeitos do corpo humano. Embeleza o mais belo dos gestos: o sorriso. São naturais e espontâneos. Quando falamos das vantagens de um implante, sua solidez, resistência, funcionabilidade, e versatibilidade, reportamo-nos sempre à reposição de um dente perdido. O dente idealmente deveria, deve e deverá sempre ser bem cuidado e nunca ser perdido. Os implantes assumem importância quase igual aos dentes a partir do momento em que a perda destes é irreversível ou fato consumado. Isto é importante ser dito e compreendido, para que ninguém imagine como solução para problemas com seus dentes naturais, aguardar o momento de sua queda para colocação de implante. Tal qual a Implantodontia, a Odontologia evoluiu de tal forma que hoje não existem problemas sem solução para os dentes naturais. E a Implantodontia veio a completar este quadro de eficiência da Odontologia, porque agora até a perda dos dentes tem solução: OS IMPLANTES DENTÁRIOS.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BABBUSCH, C.A. Dental Implants: Principles and Practice. Philadelphia: W.B. Saunders,1991.

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CESCHIN, J.R. O Implante na Reabilitação Bucal. São Paulo: Panamed, 1995.

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REICHENBACH, M. Avaliação e discussão da observação clínica e estatística de 483 implantes TF (Tissue Functional) colocados consecutivamente em um período de cinco anos. BCI, v.l1, n.4, 1994.

RIBEIRO, A.I. et al. Manual IMZ. 2.ed., Curitiba: Odontex, 1995.

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RIBEIRO, A.I. & REICHENBACH, M. 100 Problemas e Soluções em Implantodontia. 2.ed., Curitiba: Odontex, 1995.

RIBEIRO, A.I.; REICHENBACH, M. 500 Perguntas e Respostas em Implantodontia. 2.ed., Curitiba: Odontex, 1995.

SILVA, J.A. & CARVALHO, P.S.P. Próteses Fixas Cimentadas Sobre Implantes Osseointegrados. Considerações Clínicas. BCI, v.2, n. 2, 1995.

RAZÕES PARA UM IMPLANTE DAR CERTO

1. Escolher um dentista capacitado para colocá-lo;

2. Optar por um implante de boa qualidade;

3. Seguir as instruções quanto à medicação;

4. Ter alimentação adequada no pós-operatório;

5. Não forçar a mastigação sobre ele;

6. Aguardar o tempo certo para colocar a prótese;

7. Adequar o tipo certo de prótese para o caso;

8. Retomar a mastigação progressivamente;

9. Não submetê-lo a esforços mastigatórios exa gerados;

10. Atentar para o mais importante: a manutenção.

MOTIVOS PARA UM IMPLANTE DAR ERRADO

1. Indicação inadequada;

2. Contra-indicação presente;

3. Ser de má qualidade;

4. Estar com a superfície contaminada;

5. Procedimento cirúrgico deficiente;

6. Escolha da prótese errada;

7. Contato prematuro;

8. Uso desapropriado da prótese;

9. Desmotivação do paciente;

10. Má higienização.



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