Este é um espaço reservado à educação odontológica, abordando diversos temas,
mas sempre com a preocupação centrada em prevenção.
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O câncer de desenvolve a partir de alterações genéticas de uma célula, que começa a crescer desordenadamente, transformando-se num corpo estranho ao organismo. Existem os fatores de risco como o uso do tabaco, consumo freqüente de bebidas alcoólicas e exposição excessiva à radiação solar, e existem os fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer bucal como: má higienização bucal, dieta pobre em vitaminas (especialmente a A e C) e fatores que produzem irritação na mucosa, como próteses mal adaptadas e dentes fraturados.
Feridas que não cicatrizam em 2 semanas, manchas brancas, negras ou vermelhas, gengiva crescida, caroços, bolinhas duras e inchaço na boca. Há a sensação de dormência na língua, dificuldade para movimentar a língua e dificuldade de engolir.
O paciente deverá procurar um cirurgião-dentista especialista em estomatologia para fazer o diagnóstico final. Caso seja realmente um câncer, este será encaminhado para tratamento em centros especializados em Oncologia ou para um médico oncologista.
É uma maneira de conhecer a própria cavidade bucal, onde podemos verificar precocemente o aparecimento de alterações como o câncer bucal.
Após retirar as próteses e aparelhos, diante do espelho, puxar o lábio para cima e para baixo, observando todo o lado interno inclusive a gengiva. Depois examinar a língua, colocando-a para fora o máximo que puder e para cima, olhando não só a parte de baixo da língua como também as laterais. Inclinar a cabeça para trás e examinar o céu da boca e garganta.
A freqüência ideal é 1 vez por mês, para que qualquer alteração seja detectada o quanto antes, aumentando as chances de cura.
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